GOL DE PLACA DO MEU VASCÃO!

Fala galera,

 

"Chute no ângulo" do Vasco da Gama ao reformar e reabrir o parque aquático do clube hoje. Em uma parceria com a CBC, parte importante de São Januário pode voltar a receber atletas e sócios, eu acho, a partir de agora.

Ter as piscinas de volta é sim algo bom. Ao contrário de alguns amigos vascaínos, eu sou muito favorável aos esportes olímpicos e sim, paralímpicos no clube, aliás, em todos os clubes. Como vascaínos, não podemos querer que somente estejamos no futebol, em que pese ser lá onde o clube é mais visto, reconhecido e onde se capta mais receitas.

Mas os esportes olímpicos e paralímpicos servem como grande canalizador de torcida, diversifica nossas atividades e amplia o trabalho que o clube realiza. Apesar de ser um grupo pequeno, nem todos gostam de futebol, precisamos ser o vasco destes também. Além disso, ter crianças no atletismo, natação, basquete e outros esportes fortalece e rejuvenece nossa torcida, além de captar familiares, mulheres, como mães, avós, tias, para nossa torcida.

Mesmo sabendo que estas atividades geram custos, eu estou realmente do lado daqueles que brigam por um clube social, com foco também no olimpismo e paralimpismo. existem meios, mesmo que não muito fáceis, para buscar receitas para esta área. E o vasco, como um clube grande e de estrutura própria, precisa aproveitar estas oportunidades.

Neste contesto, fico feliz que tenhamos, já a algum tempo, uma estrutura paralímpica no clube. O vasco é um dos pouquíssimos clubes no Brasil que a tem. E nós temos, sim, com alguma dificuldade, mas recebemos para defender nossa camisa atletas paralímpicos de natação, futebol de 7 e volei sentado. Queria muito que pudéssemos introduzir os esportes para cegos, como judô para cegos, futebol de 5 e goalball, esportes com altíssimo poder de atração, já que: futebol de 5 é multicampeão, com grandes nomes internacionais sendo brasileiros; judô para cegos, sendo um importante esporte para a inclusão, com grande facilidade de integração entre atletas olímpicos e paralímpicos e goalball, além de sermos uma potência mundial, status adquirido nos últimos tempos, tem atletas e comunidade apaixonadas, com potencial de garantir espaços importantes no coração de novos e pequenos torcedores.

E seria magnífico ter todos estes, atletas olímpicos e paralímpicos, dividindo o mesmo espaço em São Januário, integrando as famílias olímpicas e paralímpicas, e expondo a todos, a mídia que busca, euforicamente, por notícia do futebol, a serem consumidos como pauta, criando espaços, aumentando a exposição e dando retorno social. E tudo isso só é possível em São Januário!

São poucos os clubes de torcida que possuem um estádio, como SJ, com estrutura de quadra, reformada ano passado através de um programa de financiamento coletivo (aliás, ação que deve ser retomada para outras propostas e projetos), parque aquático, com piscina olímpica, de saltos e de uso para sócios, com arquibancadas e vestiários. Precisamos continuar renovando nossa infraestrutura e buscando meios para sua modernização.

Independente de quem esteja conduzindo o vasco, o verdadeiro torcedor deve sempre parabenizar e aplaudir ações que engrandecem nossa bandeira.


Outros assuntos bem rapidinho:


Que troço é este de trazer Ramon? Acho que todos os laterais que temos, Madson, Gilberto, Henrique, Alan, Picachu, todos, são melhores que ele. E principalmente depois do que ele falou enquanto estava no rival. Não sou contra ninguém jogar no rival, eles são profissionais, mas devem manter o respeito em relação a outras agremiações, em especial, naquelas que já jogaram. Posso queimar minha língua, mas sou realmente contra sua vinda.


O time não se acerta mesmo, mas parece que não tem como acertar-se, enquanto o técnico não definir claramente o esquema, mesmo tendo variações para mudanças durante o jogo. Precisamos, enquanto time em formação, de coletividade, treino e sequência. Um time base precisa ser definido, um esquema base e treinar tudo isso. O vasco acho que tem potencial para não sofrer tanto em alguns jogos, como estamos sofrendo contra adversários claramente mais fracos, mas o trabalho pouco linear do técnico, acho, está impedindo que a coletividade seja alcançada.

 

Valeu!